A HISTÓRIA SUBMERSA DA REPRESA DE
LAJES Dentre as fontes consultadas para elaboração deste artigo tiveram especial
importância os pesquisadores abaixo, cujos sites podem ser acessados buscando-se pelos seus
nomes na web. A eles, nossa homenagem e agradecimentos. Gabriela Scuta Fagliari, editora da Revista Eletrônica Turismo e
Progresso, e Glauber Santos, consultor de Turismo, ambos graduados pela Universidade de São Paulo; Dilma Andrade de Paula, Doutora em História pelo Instituto de
Ciências Humanas e Filosofia da Universidade Federal Fluminense e Mestra em História Social pelo Instituto de Filosofia e Ciências Sociais da
Universidade Federal do Rio de Janeiro, com a dissertação intitulada "A Cidade Submersa: o processo de destruição de São João Marcos
(1930-1945)"; Aloysio Clemente M. I. de
J. Souza Breves Beiler, autor da História do Café no Brasil Imperial e a saga da família Souza Breves. João Luiz Ribeiro,
Professor de História da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro,
por corrigir a identificação do mapa publicado na página 4. ------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------- Fotos
da cidade podem ser vistas no Laboratório de
História Oral e Imagem da Universidade Federal Fluminense: (Coleção
Aloysio Clemente Breves) http://www.labhoi.uff.br/imagens-digitais/categorias/thumbs/207 ------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------- Passeando em São João Marcos
A cidade que se
recusou a submergir integra uma região de turismo muito interessante. A partir do Rio de Janeiro, o passeio pode ser feito num dia, mas o melhor é
aproveitar a esticada e passar o fim de semana por lá. Fica a menos de 100 km da capital.
O roteiro básico é desbravar a RJ-149,
primeira
estrada do Brasil, que ligava Mangaratiba, na orla da Baía de Sepetiba, a São João Marcos, subindo a Serra do Piloto. Ela normalmente está em boas
condições de tráfego e, como foi prolongada até Rio Claro, o percurso total passou para 40 km. O acesso se faz pela estrada Rio-Santos ou, em sentido
inverso, por Rio Claro, a partir da Rodovia Presidente Dutra.
As principais atrações são as ruínas da cidade e dos casarões pela beira da
Estrada Imperial, inclusive as do teatro onde o dramaturgo João Caetano representava para os barões do café. Outros pontos de interesse são os
mirantes, pontes de pedra, bebedouros, fontes, capelas, etc.
Um bom programa é pernoitar num dos seculares hotéis-fazenda da região e conhecer mais
sobre o ciclo do café. Veja informações no site da
Turis Rio
http://www.turisrio.rj.gov.br/ .
Celso Serqueira  | |
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